A iconografia da Virgem é bastante numerosa neste período, popularizando-se as Virgens com ou sem o Menino, a Senhora do Rosário entre outras, adotando elementos profanos, como é o caso dos tecidos, resultantes em parte das experiências que os barristas iam desenvolvendo.

Esta imagem devocional está atribuída à oficina de Machado de Castro, e aproxima-se, pela riqueza de policromia e de trajes que apresenta, do grande tema da segunda metade do século – o presépio.