Atualmente nada resta desta igreja, demolida em 1860, para no local edificar o Teatro de S. Luís, posteriormente chamado de Sousa Bastos.

Pouco se sabe da sua história. No entanto, quando da demolição do teatro, surgiram estruturas que foram interpretadas, por M. Real, como pertencentes a uma igreja anterior aos condes D. Henrique e D. Teresa.

Documentos de venda de prédios provam que a Igreja de S. Cristóvão existia em 1107-1108. O templo românico, destruído no séc. XIX, corresponde à reedificação de época afonsina, possivelmente iniciada nos finais da década de 1170, quando se completava a fachada principal da igreja de S. Salvador.

Desta igreja conhecem-se uma descrição, uma planta e um desenho da fachada em ruínas. Estes documentos confirmam as grandes semelhanças do templo com a Sé, à qual é posterior. O portal, aqui, apenas diverge daquele, por apresentar tímpano decorado com um Agnus Dei ladeado por tetramorfo .

Mas o que mais o aproxima da catedral é a qualidade da sua escultura, como testemunham os únicos elementos arquitetónicos que sobreviveram à destruição – um conjunto de capitéis, dos quais oito pertencem à coleção do Museu.

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