'Até das cinzas dos mortos

São os franceses flagelos

Despojando a bela Castro

Dos que vês louros cabelos’

Assim escreveu Maria da Silveira na base da caixa-relicário de que foi primeira proprietária e onde, alegadamente, se guardam fios de cabelo de Inês de Castro. Esta relíquia passa a pertencer ao poeta Afonso Lopes Vieira que, em 1921, encomenda um relicário sumptuoso para a guardar.

HOJE, na rúbrica [comRESERVAS], o conservador do MNMC, Pedro Ferrão, apresenta-nos em detalhe estas peças que evocam a vida, morte e glorificação de Inês de Castro ‘(...) que depois de morta foi Rainha’.

Boa visita!

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