Comemora-se a 17 de novembro, os 199 anos da morte do escultor mais celebrado do barroco português e a quem o MNMC deve a sua designação.
Com a inauguração da estátua equestre do rei D. José (1775), Machado de Castro assegurou uma projeção mediática que se mantém até hoje. A historiografia sondou a sua formação e consolidou a história de um percurso que, não obstante todos os investimentos, continua com manchas de sombra, como os seus contributos pedagógicos, teóricos e estéticos, ainda por discutir. Participante na grande aventura do projeto político de Mafra e autor a quem se atribui uma parte considerável da produção escultórica em madeira do século XVIII em Portugal (embora o próprio garantisse que não fazia escultura em madeira), o escultor sela a ligação a Coimbra (onde nasceu) precisamente por via do Museu que lhe capta e “eterniza” o nome e a genialidade.