Corte
Criptopórtico, piso-1
A plataforma artificial que suportava o fórum de Aeminium, localizado na vertente norte da colina, acentuada pela depressão correspondente a antiga linha de água, manteve-se inalterada até aos dias de hoje,tendo os dois pisos de galerias subterrâneas sido utilizados até finais do séc.XVI.
Criptopórtico, piso-2
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As obras de remodelação profunda do paço episcopal aí sediado desde o séc. XII, incluindo a varanda porticada atribuída a Filippo Terzi, conduziram ao entulhamento do criptopórtico.
Enfiamento de celas ligando as galerias norte e sul do piso superior do criptopórtico
Trabalhos ocorridos em 1930, no paço, convertido em museu desde 1911, chamaram a atenção para a infra-estrutura romana que posteriormente (1955 a 2004) foi objecto de diversas campanhas de investigação arqueológica e restauro.
Escavação das fundações da basílica
Contíguas ao topo norte do criptopórtico, encontraram-se as fundações da abside que integrava a basilica de duas naves situada nesse lado do forum .
O acesso directo exterior ao criptopórtico era praticável por uma escada no canto sudeste, perto do cruzamento do cardo e do decumano.
Escada ligando o criptopórtico ao nível do fórum e à rua.
Adjacente ao criptopórtico, a sul, corre um grande esgoto, provavelmente a cloaca maxima de Aeminium, em direcção ao rio, formando patamares escavadoa para facilitar o escoamento e as visitas de manutenção. Manteve-se em funções até tarde, no séc.XX.
Interior da cloaca máxima
Obra impressionante de engenharia, a construção do criptopórtico contemplou de forma exemplar a condução das águas subterrâneas, recerrendo, inclusive, à instalação de um fontenário público.
Fontenário público romano
Actualizado em:
28 de Fevereiro de 2018